Campo de inquietação

Avesso ao sentimentalismo, o centenário Carlos Heitor Cony fez dos seus textos um permanente exercício de consciência crítica

Há exatos 100 anos, em 14 de março de 1926, nascia o carioca Carlos Heitor Cony. Jornalista, romancista, cronista e memorialista, poucos brasileiros conseguiram, como ele, construir uma obra enxuta, avessa ao sentimentalismo e aos rótulos, mas profundamente comprometida com o tempo histórico em que viveu. 

Filósofo de formação, Cony iniciou cedo sua carreira jornalística, atividade que jamais abandonaria. As experiências nas redações moldaram seu estilo direto e preciso, e sua visão crítica de mundo. 

CONTEÚDO NA ÍNTEGRA NA EDIÇÃO IMPRESSA

Venda avulsa na Livraria da Cepe