As entranhas da cor: o inverossímil encontro entre Mark Rothko e Clarice Lispector

Em 1955, o pintor norte-americano fez uma exposição em NovaYork, cidade que a escritora brasileira visitava com certa frequência. Na arte de ambos, manifesta-se a complexidade dos sentimentos

Explicação

Este relato, em forma de carta, é uma invenção. Não há registro de que Clarice Lispector e Mark Rothko tenham se encontrado pessoalmente, nem de que nenhum dos dois tivesse conhecimento de suas respectivas obras. No entanto, o fato de ser uma invenção não significa que seja inconcebível, pois, em 1955, Clarice morava em Washington, na companhia de seu marido, Maury, e de seus dois filhos pequenos: Pedro, de sete anos, e Paulo, de três.

Naquele ano, ela estava trabalhando em seu romance A veia no pulso, que acabaria intitulando A maçã no escuro. Rothko, por sua vez, realizou uma de suas exposições individuais entre abril e maio de 1955, na Galeria Sidney Janis, no quarto andar de um prédio em Manhattan.

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